sábado, setembro 03, 2011
RIO DE 6 MIL KM É DESCOBERTO EMBAIXO DO RIO AMAZONAS
ASTRÔNOMOS DESCOBREM PLANETA FEITO DE DIAMANTE
SONDA DA NASA CONFIRMA TEORIA DE ALBERT EINSTEIN
Sonda da Nasa confirma teoria de Albert Einstein
04 de maio de 2011 20h59
NASA DIVULGA IMAGEM APÓS SONDA ENTRAR EM ÓRBITA DE ASTERÓIDE
SONDA ESPACIAL ENTROU NA ÓRBITA DO ASTEROIDE GIGANTE VESTA
sexta-feira, dezembro 03, 2010
HOMINÍDEO ACHADO NA ÁFRICA DO SUL REVELA UMA NOVA ETAPA NA EVOLUÇÃO HUMANA
quinta-feira, dezembro 02, 2010
NASA ENCONTRA “ESTRANHAS FORMAS DE VIDA” NA TERRA
segunda-feira, junho 14, 2010
NORTE DE MARTE TEVE OCEANO HÁ 3 BI DE ANOS, DIZ ESTUDO

Dom, 13 Jun, 01h40
(Embargada até as 14h de hoje - Brasília)
Londres, 13 jun (EFE).- As terras baixas do norte de Marte estavam cobertas por um extenso oceano há 3 bilhões de anos, segundo publica esta semana a edição online da revista "Nature Geoscience".
Embora pesquisas anteriores feitas a partir de naves espaciais já tenham apontado a possibilidade da existência de um oceano em Marte, ainda não havia provas que assegurassem isso.
No entanto, um grupo de pesquisadores da Universidade do Colorado (EUA) analisou agora a distribuição de sedimentos do delta e do vale da rede de rios de Marte, o que confirmou que um dia houve um oceano ali.
Os especialistas concluíram que muitos dos deltas estavam à mesma altura, o que sugere que estiveram unidos formando uma antiga costa. Isso é, para eles, prova contundente de que existiu um oceano nas planícies do norte de Marte.
A elevação que teria tido a margem descoberta pelos pesquisadores coincide com a altura da desembocadura da antiga rede fluvial, o que indicaria que existiu um nível uniforme e global de água em Marte. EFE.
quinta-feira, abril 22, 2010
NASA DIVULGA IMAGENS INÉDITAS DO SOL
NASA DIVULGA IMAGENS INÉDITAS DO SOLA agência americana Nasa divulgou, nesta quinta-feira, imagens inéditas do Sol. As fotografias foram capturadas pelo Observatório Dinâmico Solar, o SDO, veículo lançado em fevereiro pela agência, e mostram detalhes da superfície solar em uma resolução nunca antes alcançada. Segundo a Nasa, essas imagens dão condições sem precedentes para os cientistas entenderem os processos dinâmicos do Sol. E isso é importante, pois as atividades solares afetam o que acontece na Terra.
Especial Exploração Espacial
As chamadas ejeções de massa (ou gás ionizado), são um exemplo disso. "Elas podem alterar o campo magnético da Terra e danificar satélites, perturbar transmissões de sinais de rádio ou até interferir em linhas de transmissão de energia", diz Paulo Simões, doutor em geofísica espacial e pós-doutorando no Centro de Rádio-Astronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAM), em São Paulo. Em 1989, houve uma reação tão forte a uma ejeção de massa que isso causou um apagão no Canadá, deixando 6 milhões de pessoas sem energia elétrica durante nove horas. Segundo Simões, um dos objetivos finais desse tipo de pesquisa é desenvolver um métodos para prever a ocorrência dessas atividades solares.
Mas os ventos solares também são capazes de produzir belos fenômenos: as auroras, emissões de luzes observadas em certas épocas no ano nas regiões polares.
sexta-feira, abril 09, 2010
Terremoto no Chile pode ter encurtado duração dos dias, diz Nasa

O pesquisador Richard Gross e seus colaboradores do Laboratório de Propulsão da Nasa avaliaram, com a ajuda de computadores, de que forma o abalo de 8,8 graus na escala Richter poderia ter alterado a rotação do planeta.
• Especial Terremoto no Chile
De acordo com o estudo, o tremor fez com que um dia na Terra passasse a ter 1,26 microssegundos - um microssegundo é a milionésima parte de um segundo - a menos.
Além disso, os cientistas chegaram à conclusão de que o eixo da Terra - sobre o qual a massa do planeta se mantém equilibrada e que é diferente do eixo norte-sul, de polo a polo - mudou em 2,7 milissegundos (cerca de oito centímetros).
Ainda segundo o cientista, o mesmo modelo de cálculo foi usado para fazer a mesma avaliação no caso do terremoto que atingiu a ilha de Sumatra (Indonésia) em 2004. Por causa daquele tremor de 9,1 graus na escala Richter, os dias foram reduzidos em 6,8 microsegundos, e o eixo do planeta sofreu redução de 2,32 milisegundos - cerca de 7 centímetros.
Gross afirmou que apesar do terremoto no Chile ter sido menor do que aquele, provocou mais alteração no eixo terrestre por ter ocorrido mais longe da linha do equador, e porque a falha geológica na qual aconteceu o terremoto chileno foi mais profunda e ocorreu em um ângulo ligeiramente mais acentuado do que a responsável pelo terremoto de Sumatra. EFE.
domingo, setembro 20, 2009
HUBBLE REVELA MARAVILHAS CÓSMICAS
WASHINGTON (AFP) - O telescópio Hubble, totalmente modernizado, mostrou nesta quarta-feira uma série de imagens de maravilhas cósmicas com incrível nitidez, incluindo uma "borboleta" celestial e um "pilar da criação".
As 10 imagens foram as primeiras capturadas do espaço profundo obtidas pelo Hubble desde que sofreu reparos na missão realizada em maio passado, que instalou uma nova câmera e na qual outros instrumentos científicos foram reparados.
A foto com a forma de borboleta mostra uma nebulosa - nuvem de poeira estrelar e gás- criada pelos restos de uma estrela agonizante que, em algum momento, teve cinco vezes a massa do Sol.
A Nebulosa Borboleta ou as asas da "Bug Nebula" são na realidade o que a Nasa chama "caldeiras de gás" aquecidas a mais de (20.000 graus Celsius) que se deslocam pelo espaço a mais de 965.600 km/h.
"Isso marca um novo começo para o Hubble", ressaltou Ed Weiler, diretor associado da Agência Espacial Americana e responsável pelas missões científicas.
O telescópio, colocado em órbita em 1990, "foi totalmente modernizado e agora está mais poderoso do que nunca, com novos equipamentos que o permitirão se manter em operação durante a próxima década", indicou em um comunicado.
quarta-feira, junho 24, 2009
LUA DE SATURNO POSSUI SOB SUPERFÍCIE OCEANO SALGADO, DIZ PESQUISA
Qua, 24 Jun, 04h04
Redação Central, 24 jun (EFE).- Encélado, uma das luas geladas de Saturno, oculta sob a superfície do polo sul um oceano salgado, de acordo com cientistas alemães e britânicos, que publicam hoje a descoberta na revista "Nature".
O achado pode ter implicações para a busca de vida extraterrestre e para entender como são formadas as luas planetárias, afirmam.
Jürgen Schmidt, da universidade alemã de Potsdam, e Nikolai Brilliantov, da universidade britânica de Leicester, chegaram a esta conclusão após estudar os gêiseres de vapor e gás e as minúsculas partículas de gelo lançados do polo sul de Encélado a centenas de quilômetros no espaço.
A sonda "Cassini" descobriu os jatos em 2005 durante prospecção de Saturno.
Com a ajuda da Universidade alemã de Heidelberg e do também alemão instituto Max Planck, de física nuclear, os cientistas fizeram experiências em laboratório e analisaram dados procedentes do Analisador de Poeira Cósmica de Cassini.
Eles confirmaram que as partículas geladas expulsas pela Encélado contêm quantidades substanciais de sais de sódio, "o que sugere a presença de um oceano salgado a grande profundidade".
O estudo indica também que a concentração de cloreto de sódio nesse oceano pode ser tão elevada quanto a dos oceanos na Terra.
Esta é a primeira prova experimental direta da existência deste oceano salgado, ao qual Schmidt e Brilliantov já se referiram em outro artigo na "Nature" em 2008, ao explicar que os jatos de vapor eram expulsos com maior força que as partículas de poeira.
Essa força significa a existência de água líquida sob a superfície, e as teorias sobre a formação de satélites sugerem que quando um oceano líquido está em contato durante milhões de anos com o núcleo rochoso de uma lua se trata de um oceano salgado.
Encélado é um de três únicos corpos extraterrestres no sistema solar no qual ocorrem erupções de pó e vapor, e é um dos poucos lugares, além de Terra, Marte e da lua Europa, de Júpiter, onde os astrônomos têm provas diretas da presença de água. EFE.
segunda-feira, junho 15, 2009
MENOR PLANETA FORA DO SISTEMA SOLAR É ACHADO A 20,5 ANOS-LUZ
Ter, 21 Abr, 06h28
Por Alexia Vlahos
SANTIAGO (Reuters) - Cientistas que buscam planetas semelhantes à Terra anunciaram na terça-feira a descoberta do menor planeta já detectado fora do Sistema Solar - tem menos que o dobro do tamanho do nosso.
Esse exoplaneta (ou seja, que orbita uma estrela que não o nosso Sol) se chama Gliese 581e, por causa da estrela que ele orbita. Por seu tamanho relativamente pequeno, provavelmente se trata de um planeta rochoso, como a Terra, e não de um planeta gasoso, como Júpiter e Saturno, de acordo com os astrônomos.
"É o planeta mais leve detectado até agora fora do nosso sistema solar", disse em entrevista coletiva Gaspare Lo Curto, astrônomo da Organização Europeia para a Pesquisa Astronômica no Hemisfério Sul. "Não estamos distantes de encontrar um planeta como a Terra", acrescentou.
O ano em Gliese 581e dura apenas 3,15 dias terrestres, e o planeta está fora da chamada "zona habitável", onde haveria condições para a vida, segundo Lo Curto. Sua massa é equivalente a 1,9 vez a da Terra, e ele fica a 20,5 anos-luz.
Embora esse planetinha fique fora da zona habitável, o maior de três outros planetas previamente descobertos no mesmo sistema parece ficar dentro do trecho propício à vida.
"O planeta mais externo fica dentro do que se define como zona habitável, que é a zona onde poderia haver água em estado líquido na superfície do planeta", disse Lo Curto.
Os astrônomos usaram um telescópio de 3,6 metros do Observatório Paranal,
Cerca de 340 exoplanetas já foram descobertos, a maioria gigantes gasosos com características semelhantes às de Júpiter e Netuno.






